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do céu à terra | Exposição de Glória Gonçalves

15 Outubro 2016 a 15 Janeiro 2017
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Aves e plantas, vegetalidade e animalidade. Esta pintura caracteriza-se por uma sobriedade figurativa extrema: em cada quadro, uma figura simples, estilizada, sobre um fundo neutralizado, indistinto. Um mínimo de traço, de cor, de figura. Um mínimo de imagem. É a constante desta pintura.

Em algumas obras o monocromatismo do fundo cede o passo ao branco, mas ao branco como não-cor, como espaço acromático vazio, como espaço “cru” não pintado. Solução ascética. A solução mais consequente também para uma pintura que, mais do que descartar o fundo, do que apagar toda a profundidade para isolar a figura e polarizar nela o olhar, sonha com a impossível eliminação do espaço que envolve a figura, que “sobra” da figura, do espaço pois do quadro.

Assim, até quando as paisagens parecem recortar-se sobre um fundo – por exemplo árvores destacando-se, num aparente primeiro plano, sobre um céu enevoado, ou sobre manchas de cor sugerindo nuvens -, ainda aí o todo da figura, o complexo de manchas sugestivas de formas, longe de se estirar em profundidade, espraia-se à superfície, num espaço plano único, tudo no mesmo plano.
Aqui, estilizar =simplificar. Simplificar sempre e apenas, reter só o essencial, reduzir os seres à invisível simplicidade do seu ser, à sua pura presença inútil, e ao fascínio sem porquê dessa presença.
Sousa Dias

A abertura oficial desta exposição juntou à pintura de Glória Gonçalves, a escrita apaixonante e intimista do poeta Duarte Moreno, declamada pelo próprio e também por William Galvão em dialogo com a música de Juvino Filho (clarinete).

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