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VI Douro Film Festival | Festival de cinema conta com participação de jovem realizadora de Alfândega da Fé

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09 Jan '18

No dia 9 de janeiro arrancou no CIT – Centro de Interpretação do Território, em Sambade, o VI Douro Film Festival. O Festival Internacional de Cinema Super 8MM conta com a participação de Bruna Silva, uma jovem realizadora de Alfândega da Fé, que conquistou uma menção honrosa com a sua curta-metragem “Raízes”. Esta iniciativa marca ainda a inauguração da Exposição “O Doiro Sublimado”. Ambos patentes no CIT até ao dia 8 de fevereiro.

 

O VI Douro Film Festival
Ligado à temática cultural dos territórios do Douro, o VI Douro Film Festival, apresenta 14 filmes em Super 8MM. Neste que é o único festival de cinema rodado em super 8 milímetros(MM) do país e um dos pouco em todo o mundo, os autores convidados realizaram os seus filmes no âmbito do próprio festival.
Produzido pela OPPIA - OPorto Picture Academy, o Festival tem 11 anos de vida e para esta 6ª Edição apresenta-se mais abrangente. Com mais autores e aberto aos territórios ligados ao Douro, o Festival deixou de se focar apenas no Porto. Aos realizadores é dada total liberdade artística e criativa.
O Município de Alfândega da Fé é um dos parceiros institucionais desta iniciativa, reforçando a aposta forte da autarquia na promoção da cultura e dos autores locais. Até 8 de fevereiro os filmes podem ser vistos no CIT de Sambade.

Os vídeos podem ser descarregados aqui:

https://mab.to/lexQWbiNH

A Exposição O Doiro Sublimado

Sob o tema do Douro surge também a Exposição Fotográfica “O Douro Sublimado”. Trata-se de um conjunto de fotografias de paisagens do Douro sob a ótica de Cristiano Costa Pereira, diretor do Festival Internacional de Cinema Super 8MM. Uma expressão artística que consagra o Douro através de processos fotográficos alternativos, neste caso a fotografia pinhole ou estenopeica.
Com inspiração nas palavras de Miguel Torga, esta exposição é uma ode ao Douro. Tratando-se de um território de “deuses naturais” cuja orografia sagrada se mantém “inacessível a qualquer roda” cada fotografia converte-se numa profunda peregrinação “a pé, de joelhos ou de rastos” para chegar aos seus altares. As imagens são fruto de longas exposições de tempo e prometem pequenos momentos de verdadeira contemplação fotográfica.
A Exposição foi inaugurada dia 9 de janeiro, em simultâneo com o Festival e pode ser visitada no CIT até 8 de fevereiro.

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