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Prémios Municípios do Ano | Alfândega da Fé é o único nomeado do Distrito de Bragança

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07 Nov '18

Já são conhecidos os municípios nomeados para a edição deste ano dos Prémios Municípios do Ano - Portugal 2018. Dos 35 finalistas, Alfândega da Fé está nomeado na categoria “Norte com menos de 20 mil habitantes” e é o único do Distrito de Bragança a concurso.

Esta iniciativa acontece desde 2014 e visa reconhecer as boas práticas de projetos implementados pelos municípios com impacto no território, na economia e na sociedade, promovendo o crescimento, a inclusão e a sustentabilidade. Pretende também colocar na agenda a temática da territorialização do desenvolvimento, perspetivada a partir da ação das autarquias, bem como valorizar realidades diversas que incluam as cidades e os territórios de baixa densidade nas diferentes regiões do país.

Recorde-se que a autarquia recebeu a distinção para a qual está novamente nomeada em 2016, graças ao projeto de cariz social “Sorriso Sénior”, desenvolvido em parceria com a Liga dos Amigos do Centro de Saúde de Alfândega da Fé. Este ano, o município concorreu com uma iniciativa de âmbito cultural, o Festival Sete Sóis Sete Luas, um evento que se realiza neste concelho há nove anos consecutivos e que promove a multiplicidade de culturas do mundo, através da música, da gastronomia e das diversas expressões artísticas.

Em 1993, data do nascimento do Festival Sete Sóis Sete Luas, dá-se início a um original e rico intercâmbio cultural entre Itália e Portugal que, ao longo dos seus 26 anos (1993-2018), já viu aderir muitos outros países: Grécia (1993), Espanha (1997), Cabo Verde (1998), França e Marrocos (2005), Israel (2006), Croácia (2008), Brasil (2009), Roménia (2012) entre outros, privilegiando sempre as localidades periféricas e não os grandes centros.

José Saramago, Presidente Honorário do Festival SSSL durante 18 anos, deu ao Festival SSSL os instrumentos, filosóficos e práticos, para começar esta fantástica viagem pelo Mediterrâneo e pelo mundo lusófono. O Festival inspira-se nos valores presentes na sua obra “Memorial do Convento”, cujas personagens são sonhadores de alma visionária, que vivem numa Europa medieval, oprimidos por uma intolerante e tenebrosa Inquisição. Baltazar Sete Sóis e Blimunda Sete Luas, acompanhados pelo padre Bartolomeu de Gusmão, criam a “passarola”, uma máquina voadora, que é o símbolo do Festival pelo seu poder evocativo e simbólico, representando a metáfora do sonho e da liberdade utópica. O Festival serve-se da capacidade da arte, da música e da literatura de ver para além da realidade do nosso tempo. Neste contexto compreende-se como o espectáculo, o concerto, a exposição – momentos de visibilidade deste projecto cultural – representam os seus instrumentos e não o seu fim.

A cerimónia de entrega dos Prémios realiza-se no próximo dia 16 de novembro, às 17h00, no Paço dos Duques de Bragança, em Guimarães. A organização cabe à Universidade do Minho, através da plataforma UM-Cidades, e ao Município de Guimarães. Esta que é já a quinta edição contou com 56 candidaturas, estando nomeados projetos de 35 municípios para nove categorias e para o grande prémio final.

Saiba mais aqui: UM CIDADES

 

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