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Roteiro da História

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Fundado por D. Dinis em 1294, o concelho tem cerca de 320 Km², repartidos entre a Serra de Bornes, os planaltos de Alfandeguinha e Vilarchão-Parada, o vale do rio Sabor e o vale da Vilariça. A sede é Alfândega da Fé e a parte antiga da Vila, onde se localizou o castelo, assenta numa colina com o ponto mais elevado a cerca de 570 metros de altitude.

Com perto de dois mil habitantes, é uma vila airosa e moderna, onde os traços do passado ainda emergem em vários pontos, desde logo o traçado medieval das ruas mais antigas, localizadas no bairro do Castelo, onde também fica o Miradouro, que oferece uma vista deslumbrante.

Os edifícios religiosos e algumas casas de famílias mais abastadas foram sobrevivendo aos tempos, mas o elemento mais incomum e de visita obrigatória é a Torre do Relógio, um edifício de planta quadrangular que se destaca do casario pela sua altura, onde poderá visitar a exposição fotográfica “Quando o Relógio voltou a dar Horas”. Próximo desta construção também se localiza a Igreja da Misericórdia e o percurso pela Vila conduz depois à Capela da Família Ferreira, com frontispício barroco e um brasão episcopal picado, por ter pertencido à família dos Távora. Bem perto, mas já fora do que se pensa ter sido o perímetro da muralha, fica a Igreja Matriz, do século XVI, e no seu largo a Casa do Adro, futuro Museu Municipal de Arte.

Na descida para a zona baixa da Vila passa-se pela pequena e simples, mas antiga, Capela do Espírito Santo, construída no século XVI, chegando-se à zona mais recente, com a Praça do Município e vários edifícios, públicos ou privados, que em conjunto acabam por resumir boa parte da história da localidade. A Capela de São Sebastião é do século XVI e começou por ser uma ermida, ostentando um campanário em granito aprimoradamente trabalhado, cujas características se sobrepõem à singeleza da restante construção, não sendo original deste edifício. Em frente e a pouca distância fica o Lagar d’El Rei, destinado à produção de azeite, antiga propriedade dos Távora e do outro lado da rua o Solar do Visconde de Valpereiro, construção já do início do século XX. Na rua 13 de Janeiro, próximo do Lagar d’El Rei, poderá ainda observar algumas construções datadas do século XIX e o portal de entrada da capela da antiga casa dos Condes de S. Vicente.

Ainda na Praça do Município sobreviveu a Casa Malafaia, construção setecentista, agora restaurada e no mesmo espaço o edifício que começou por ser Tribunal e passou a Câmara Municipal, acabado de construir no início do século XX e três décadas depois ampliado, de que resultou a atual arquitetura modernista.

Nas imediações deste espaço central encontrará ainda a Casa Grande, onde funciona atualmente a Câmara Municipal, casa de residência privada que fazia parte de um complexo agrícola mais amplo, construído entre a primeira e a segunda década do século XX e que incluía lagar de azeite e de vinho, moagem de cereais e vários armazéns.

Roteiro da História

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