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Mensagem do Presidente

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Caras e Caros Alfandeguenses,

Estamos numa das épocas do ano mais aguardadas por todos nós, que mais identifica o nosso concelho, a época das cerejas. Este fruto, apreciado por todos nós, é o mote para a nossa principal montra económica, cultural, desportiva e turística, a nossa Festa da Cereja, que continuamos a promover e divulgar.

Apesar de este ano não se realizar, continuamos a valorizar os nossos produtos e a incentivar a economia local, através do Mercadinho de Cereja de Alfândega da Fé e dos Produtos Locais. É um regresso às origens, pois terá sido desta forma que, há quase 40 anos, se deu início à Festa da Cereja.

Com confiança, mas acima de tudo com segurança e responsabilidade, esta iniciativa marca um passo em frente na retoma das nossas atividades e das nossas vidas, para animarmos a nossa economia e mostrarmos a nossa união.

Quero por isso, convidar-vos a visitarem e comprarem no Mercadinho de Cereja de Alfândega da Fé e dos Produtos Locais. Apoiar a economia local é valorizar o nosso território.

Eduardo Tavares

 

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  • Mensagem da Presidente Julho 2011

    Caros munícipes
    Venho desejar a todos umas boas férias e que Portugal saia rapidamente desta crise que a todos afecta.
    As consequências da crise são também visíveis na nossa autarquia, tendo - nos sido retirado verbas em 2010 e 211 da ordem dos 700 mil euros. E infelizmente em 2012 e 2013 novos cortes estão anunciados.
    Estes cortes nas receitas, acrescentados à situação financeira difícil que herdamos, vão -nos obrigar a mais poupança e muita imaginação para podermos continuar a trabalhar e a dar resposta às necessidades dos munícipes.
    No entanto quero aqui afirmar que estamos motivados e empenhados em trabalhar para ultrapassar as dificuldades e estamos atentos de forma a continuar a aproveitar todas as oportunidades que surgirem e que forem compatíveis com as limitações financeiras que temos.
    Para nós é importante continuar a aproveitar os trabalhadores da autarquia e fazer obras por administração directa, de forma a respondermos a pequenas obras e outras solicitações das juntas de freguesia e munícipes. Ao mesmo tempo temos de aproveitar as candidaturas já aprovadas e trazer para o nosso município o dinheiro dos fundos comunitários para obras de maior envergadura. 
    Dentro das candidaturas aprovadas já fizemos a estrada de Gebelim e estamos a terminar a estrada de Picões/ Ferradosa/ Sendim da Serra.
    Ainda este ano vamos iniciar as obras da entrada Poente (entrada do cemitério) e do Plano de reabilitação urbana do centro da nossa vila.
    Em parceria com IPSS e Comissões fabriqueiras vamos dar apoio na construção do mini -lar de Parada e Gebelim e na recuperação de vários frescos e capelas com particular destaque para a capela da Legoinha, construindo assim uma rota turística a que chamamos Frescos da Fé.
    Continuaremos a apostar numa oferta cultural diferenciada e de qualidade mais uma vez e sempre tendo em conta as nossas limitações financeiras e continuar a apostar na divulgação e valorização dos nossos produtos locais e dos nossos agricultores.
    Agricultura, agro - indústrias e turismo são em nossa opinião apostas que nos permitirão continuar a desenvolver o concelho e a criar postos de trabalho.
    Vamos pois acreditar e trabalhar para que esta crise que nos afecta e preocupa a todos seja rapidamente ultrapassada.

    Berta Nunes
    Presidente da Câmara de Alfândega da Fé

  • Mensagem da Presidente - 2013

    Estando a chegar ao fim o mandato é nossa intenção apresentar contas e fazer um balanço.
    Estes 3 anos e meio foram difíceis pela dívida e pelos problemas herdados, mas também pela crise do país que teve como consequência cortes muito grandes nos recursos da autarquia.
    As autarquias vivem de receitas próprias dos impostos municipais e de transferências do orçamento de estado e no caso de Alfândega mais de 80% das receitas anuais da autarquia dependem das transferências do orçamento de estado, sendo as receitas próprias pequenas.
    Em Janeiro de 2010 no início do mandato as transferências do estado para a autarquia de Alfândega rondavam os 6 milhões e em 2012 já só foram de 5 milhões e 250 mil em números redondos, dos quais mais de 1 milhão e meio são gastos a pagar a dívida herdada que temos de pagar e vamos continuar a pagar nos próximos anos.
    Em 3 anos foram – nos retirados perto de 1 milhão e meio de euros de receitas resultantes das transferências do estado e tudo isso condiciona e muito a actividade do município.
    Mas apesar de todos estes constrangimentos temos vindo a diminuir a dívida: de 2011 para 2012 diminuímos em mais de meio milhão a dívida da autarquia e no caso das empresas municipais desde 2010 já diminuímos a dívida em mais de 1 milhão de euros.
    No entanto nós não queremos apenas pagar a dívida, queremos e conseguimos aproveitar o quadro comunitário para fazer investimentos importantes para o concelho, manter a actividade de administração directa gerindo com rigor e de uma forma organizada os recursos humanos do município, manter os apoios na educação adequando-os aos recursos existentes, manter apoios sociais aos mais carenciados, apoiar a criação de empregos através do gabinete de apoio ao empreendedor, apoiar as actividades culturais como a banda municipal, os grupos de cantares a escola de teatro, apoiar o desporto concentrando na Ara uma parte importante dos apoios, entre outras actividades.
    Apesar das dificuldades da autarquia e do país não cruzamos os braços e não desmoralizamos, apenas trabalhamos e trabalharemos com mais afinco para vencer as dificuldades e obstáculos com o objectivo de construir um futuro melhor para o concelho e para o país.

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