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Mensagem do Presidente

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Alfandeguenses,

Esta época do ano é marcada pelo regresso às aulas. É com grande satisfação que, neste novo ano letivo, retomamos as atividades curriculares e extracurriculares sem restrições, desejando que esta nova jornada seja de sucesso para toda a nossa comunidade escolar.

A Educação, a Ação Social, as Obras e os Investimentos são temas de destaque durante os próximos meses, como poderão constatar, mas importa aqui referir um assunto, que nos tem preocupado e sobre o qual temos vindo a tomar medidas de carácter imperioso: a escassez de água!

Seria expectável que, por esta altura, as condições climatéricas fossem mais favoráveis. Infelizmente, as previsões do IPMA apontam para que o tempo se mantenha quente e seco, sem previsão de chuva significativa para os próximos dois meses. Esta situação é muito preocupante!

O Município, desde cedo, adotou um plano de contingência no sentido de reduzir os consumos de água e encetou contactos com as Águas do Norte, Agência Portuguesa do Ambiente (APA), Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR) e associações de regantes do nosso concelho, no sentido de encontrar soluções para mitigar os efeitos da seca, priorizando o abastecimento de água às populações e garantindo, ao mesmo tempo, o abastecimento necessário aos agricultores.

Neste momento, a utilização da água da barragem da Esteveínha para consumo humano já está a ser preparada e também a ETA da barragem da Camba já está a funcionar para esse fim, aliviando assim a captação na barragem de Sambade, que se encontra em níveis muito reduzidos. Através do protocolo para medidas de combate à seca, promovido pela APA, vamos avançar com melhorias nas captações de água nas aldeias de Covelas, Vila Nova e Soeima, três das localidades mais afetadas pela falta de água. Sendo que, nesta última, foi necessário abrir um novo furo artesiano para abastecer a aldeia.

Mas a nossa visão vai muito além destas medidas a curto prazo. Pretendemos evitar que, no futuro, as consequências da seca se façam sentir de forma mais devastadora, comprometendo o abastecimento doméstico e o regadio. Por esse motivo, estamos a reivindicar junto da tutela e demais entidades competentes, projetos e obras estruturantes para tornar as nossas albufeiras mais resilientes, os sistemas de captação e abastecimento mais eficientes e para que se incluam no Plano de Recuperação e Resiliência, no Portugal 2030, no Plano Estratégico Nacional para o Regadio e no Fundo Ambiental novos investimentos no concelho.

Até lá, é fundamental que haja uma consciencialização geral da população acerca da necessidade de reduzir os consumos de água, evitando gastos supérfluos e adotando estratégias de poupança de água.
Contamos com a compreensão e ação de todos os Alfandeguenses.

Eduardo Tavares
Presidente da Câmara Municipal de Alfândega da Fé

Mensagens anteriores
  • Mensagem de Natal 2010

     
    Caros Munícipes,

    Quero desejar um Bom Natal e um ano de 2011 que nos permita recuperar da crise e viver melhor.
    No que diz respeito ao município de Alfândega o ano de 2010 foi um ano de viragem na gestão municipal. O novo executivo socialista que foi votado pela maioria em Outubro de 2009, tomou posse e logo tomou como prioridade arrumar a casa e pagar as dívidas. Fizemos um Plano de Saneamento Financeiro que nos permitiu pagar a dívida a curto prazo e passarmos a pagar mais atempadamente aos fornecedores.
    Acabamos a estrada de Gebelim que já está quase paga e iniciamos a estrada do Valongo, Sendim da Serra, Ferradosa e Picões. Estas são obras comparticipadas pelo QREN (fundos comunitários) e em 2011 pretendemos iniciar o Projecto de Reabilitação Urbana e eventualmente outros dependendo da nossa situação financeira.
    Fizemos várias obras por administração directa nas freguesias e na Vila e organizamos esta actividade controlando os custos e as compras.
    Temos a funcionar um gabinete de apoio ao empreendedor na Câmara Municipal, que apoia as pessoas que têm ideias para criar o seu próprio emprego e temos tido uma óptima adesão, o que mostra que as pessoas com algum apoio estão disponíveis para arriscar.
    Temos trabalhado na área social e cultural de uma forma sustentada e em 2011 vamos continuar esse trabalho.
    Temos também investido na área do turismo com várias iniciativas como os percursos pedestres, festival sete sois e sete luas, divulgação de Alfândega nos meios de comunicação social etc.
    O ano de 2011 vai ser um ano difícil; fruto da crise económica e dos cortes do governo aos municípios vão-nos ser retirados mais de 600 mil euros! Fazemos votos que todos os sacrifícios que os Portugueses estão a fazer sejam para o bem do nosso País e nos permitam sair rapidamente desta crise.
    Prometemos trabalhar com empenho e vontade para ultrapassar os problemas actuais e os que herdamos do passado que ainda não estão completamente sanados, para construir um futuro melhor para o nosso concelho.

    UM BOM NATAL E UM BOM ANO DE 2011 PARA TODOS!

    Berta Nunes

    Presidente da Câmara Municipal de Alfândega da Fé
  • Mensagem da Presidente Julho 2011

    Caros munícipes
    Venho desejar a todos umas boas férias e que Portugal saia rapidamente desta crise que a todos afecta.
    As consequências da crise são também visíveis na nossa autarquia, tendo - nos sido retirado verbas em 2010 e 211 da ordem dos 700 mil euros. E infelizmente em 2012 e 2013 novos cortes estão anunciados.
    Estes cortes nas receitas, acrescentados à situação financeira difícil que herdamos, vão -nos obrigar a mais poupança e muita imaginação para podermos continuar a trabalhar e a dar resposta às necessidades dos munícipes.
    No entanto quero aqui afirmar que estamos motivados e empenhados em trabalhar para ultrapassar as dificuldades e estamos atentos de forma a continuar a aproveitar todas as oportunidades que surgirem e que forem compatíveis com as limitações financeiras que temos.
    Para nós é importante continuar a aproveitar os trabalhadores da autarquia e fazer obras por administração directa, de forma a respondermos a pequenas obras e outras solicitações das juntas de freguesia e munícipes. Ao mesmo tempo temos de aproveitar as candidaturas já aprovadas e trazer para o nosso município o dinheiro dos fundos comunitários para obras de maior envergadura. 
    Dentro das candidaturas aprovadas já fizemos a estrada de Gebelim e estamos a terminar a estrada de Picões/ Ferradosa/ Sendim da Serra.
    Ainda este ano vamos iniciar as obras da entrada Poente (entrada do cemitério) e do Plano de reabilitação urbana do centro da nossa vila.
    Em parceria com IPSS e Comissões fabriqueiras vamos dar apoio na construção do mini -lar de Parada e Gebelim e na recuperação de vários frescos e capelas com particular destaque para a capela da Legoinha, construindo assim uma rota turística a que chamamos Frescos da Fé.
    Continuaremos a apostar numa oferta cultural diferenciada e de qualidade mais uma vez e sempre tendo em conta as nossas limitações financeiras e continuar a apostar na divulgação e valorização dos nossos produtos locais e dos nossos agricultores.
    Agricultura, agro - indústrias e turismo são em nossa opinião apostas que nos permitirão continuar a desenvolver o concelho e a criar postos de trabalho.
    Vamos pois acreditar e trabalhar para que esta crise que nos afecta e preocupa a todos seja rapidamente ultrapassada.

    Berta Nunes
    Presidente da Câmara de Alfândega da Fé

  • Mensagem da Presidente - 2013

    Estando a chegar ao fim o mandato é nossa intenção apresentar contas e fazer um balanço.
    Estes 3 anos e meio foram difíceis pela dívida e pelos problemas herdados, mas também pela crise do país que teve como consequência cortes muito grandes nos recursos da autarquia.
    As autarquias vivem de receitas próprias dos impostos municipais e de transferências do orçamento de estado e no caso de Alfândega mais de 80% das receitas anuais da autarquia dependem das transferências do orçamento de estado, sendo as receitas próprias pequenas.
    Em Janeiro de 2010 no início do mandato as transferências do estado para a autarquia de Alfândega rondavam os 6 milhões e em 2012 já só foram de 5 milhões e 250 mil em números redondos, dos quais mais de 1 milhão e meio são gastos a pagar a dívida herdada que temos de pagar e vamos continuar a pagar nos próximos anos.
    Em 3 anos foram – nos retirados perto de 1 milhão e meio de euros de receitas resultantes das transferências do estado e tudo isso condiciona e muito a actividade do município.
    Mas apesar de todos estes constrangimentos temos vindo a diminuir a dívida: de 2011 para 2012 diminuímos em mais de meio milhão a dívida da autarquia e no caso das empresas municipais desde 2010 já diminuímos a dívida em mais de 1 milhão de euros.
    No entanto nós não queremos apenas pagar a dívida, queremos e conseguimos aproveitar o quadro comunitário para fazer investimentos importantes para o concelho, manter a actividade de administração directa gerindo com rigor e de uma forma organizada os recursos humanos do município, manter os apoios na educação adequando-os aos recursos existentes, manter apoios sociais aos mais carenciados, apoiar a criação de empregos através do gabinete de apoio ao empreendedor, apoiar as actividades culturais como a banda municipal, os grupos de cantares a escola de teatro, apoiar o desporto concentrando na Ara uma parte importante dos apoios, entre outras actividades.
    Apesar das dificuldades da autarquia e do país não cruzamos os braços e não desmoralizamos, apenas trabalhamos e trabalharemos com mais afinco para vencer as dificuldades e obstáculos com o objectivo de construir um futuro melhor para o concelho e para o país.

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