Órgãos Autárquicos da Freguesia
| Junta de freguesia | Assembleia de Freguesia |
| Presidente: Elisabete Maria Videira Inês Lourenço | Presidente: Altino dos Santos Escobar |
| Secretário: Diamantino Mário Soeiro Lopes | 1º Secretário: Gina Maria Cabral Videira |
| Tesoureiro: Delfim Escobar Cunha | 2º Secretário: António Manuel Videira |
Contactos
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Geral |
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Morada
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União das Freguesia de Pombal e Vales Rua da Praça, nº 1 5350-290 Pombal |
Horário de Atendimento
| Quinta-feira: 9h00 – 12h00 |
Descrição da Freguesia
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Aldeias anexas |
Não tem |
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Distância à sede do concelho |
14 km |
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Área da freguesia |
15,19km² |
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População |
144 habitantes (censos 2021) |
POMBAL
Localizada na vertente sul da Serra de Bornes, encravada entre montanhas, rodeada de estradas sinuosas e voltada para o Vale da Vilariça, de ruas estreitas com declives acentuados, com alminhas transformadas em modernos nichos e um lavadouro público com painéis de azulejos, a aldeia do Pombal encaminha o viajante para a conversa demorada na tarde calma. Os campos à volta respiram tranquilidade e trabalho.
Esta freguesia possuiu um clima bastante quente e com amplitudes térmicas muito inferiores à média do concelho, produzindo-se ali boas hortaliças, azeite, figos e bastante cortiça.
Nas proximidades, entre esta localidade e a de Vales, encontram-se as ruínas de uma aldeia conhecida por “Vale das Cordas”. A tradição explica que foi a partir desta localidade que surgiu a atual aldeia de Vales, mas pode igualmente levantar-se a hipótese de o povoamento da zona ser ter desenvolvido do castro para esta povoação extinta e depois esta ter dado origem às duas que lhe ficam vizinhas.
VALES
Localizada na encosta sul da Serra de Bornes, o nome desta localidade advém da sua localização geográfica, entre vales delimitados por dois cursos de água. Do ponto mais alto da povoação obtém-se uma excelente panorâmica do Vale da Vilariça. Constituída por um casario airoso, rodeado de belos soutos e lameiros a agricultura encontra na castanha e floresta as suas principais produções.
Aldeia de gente acolhedora e cheia de orgulho na sua igreja matriz de meados do século XVIII.
A povoação pertenceu ao couto de Sambade antes de se assumir como sede de freguesia. Só no séc. XIV é que aparecem os primeiros documentos desta freguesia, no entanto achados arqueológicos, comprovam que a sua formação é muito mais remota.